Diferencial

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Você ja parou para pensar quantas empresas atuam no mesmo ramo? O que faz algumas se destacarem dentre as demais?

A resposta é: Diferencial! Esta é a característica que promove o desenvolvimento de qualquer negócio.

É possível aplicar o diferencial em todas as áreas da empresa, tanto interno quanto externo, ou seja, tanto com seus clientes quanto seus funcionários colaboradores.

Em uma rápida pesquisa pela internet, foi possível encontrar vários casos de pequenos empresários que conseguiram um grandioso sucesso aplicando diferenciais ao seu negócio. Dentre ele podemos citar:

  • David Portes - Este já é bem antigo e já saiu em todas as mídias possíveis no Brasil e até exterior. Resumindo, é empresário de sucesso que começou vendendo doces na rua e hoje é um bem sucedido empresário que da palestras e consultoria de Marketing para grandes empresas. Já pensou quantas bancas de doces existem pelo Brasil a fora? Porque todas não conseguem o mesmo sucesso do David?
  • Pipoca do Valdir - Um ex bóia-fria que alcançou o sucesso vendendo pipoca. Mas não uma simples pipoca. Trata-se de um produto diferenciado, estourado com óleo de gira-sol, embaladas em saquinhos especiais que não engorduram as mãos. Ah, quase esqueci. O cliente recebe gratuitamente um kit limpeza para remover eventuais sujeiras nas mãos e até nos dentes, além de uma bala de hortelã para dar uma incrementada no Hálito.
  • Silvio Santos - Este talvez seja um dos, ou se não, o maior exemplo de empreendedorismo do Brasil. Também começou de baixo e hoje é dono do SBT, Liderança Capitalização e até de produtos cosméticos com a marca Jequiti que entra para concorrer pesado com Natura e Avon. Praticamente as marcas mais fortes deste segmento no país.

Fenômenos como esses nos dão uma verdadeira aula sobre diferencial. Detalhes como as promoções de David Portes, Kit limpeza do Valdir e a sensibilidade para identificar oportunidades de Silvio Santos fazem toda a diferença.

Mas o que é realmente o Diferencial?

Diferencial, é encantar os clientes com coisas que eles não esperam, é inovar, é prestar o mesmo serviço de forma diferente.

Tem o caso de um engraxate que trabalha de terno e gravata, atende com hora marcada e ainda estende um belo tapete vermelho para que o cliente se sinta como um “Rei”.

Reparem que citei apenas negócios que qualquer um pode começar. Quem hoje em dia não pode montar uma banca de doces, carrinho de pipoca, caixa de engraxar? O problema é: Como tornar isso lucrativo.

Conheço um pipoqueiro aqui na cidade que ja trabalha com isso desde que eu me entendo por gente. Quando compro pipoca dele é sempre a mesma história: “Ah ta muito difícil, isso não da retorno, é muito cansativo”. Note que ele é o único pipoqueiro da cidade. Imagine o Valdir com uma penca de concorrentes em Curitiba?

Para alcançar o sucesso é preciso oferecer algo mais que seu concorrente não tem. Cabe a você analisar e por em prática. Procure enxergar. As vezes o negócio está mais óbvio do que se imagina, como o kit limpeza do Valdir.

Abraço a todos e até a próxima.

Quem é o seu cliente?

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Público alvoUma das coisas que mais ajuda uma empresa é saber quem é o seu Público Alvo.

Entre outras coisas você precisa saber:
- Onde ele está?
- Classe social?
- Faixa etária?
- Hábitos de consumo?

Essas e outras perguntas são importantes para determinar o seu target. Quanto mais dados relevantes você souber, melhor. Isso ajuda em vários aspectos: Ações de marketing, fidelização de clientes, atendimento e muitos outros.

Sabendo onde ele está você não precisa perder tempo ou dar tiros para todos os lados para obter resultados desatrosos. Já viu aquelas empresas que saem panfletando “a torto e a direito” como cego em tiroteio?

Claro que cada caso é um caso, mas, para que que um vendedor de materiais de construção, por exemplo, vai panfletar no semáforo de uma avenida movimentada sendo que se ele direcionar a mesma ação em casas que estão sendo construídas o retorno será bem maior?

Uma empresa de dedetização por exemplo já poderia usufruir da primeira técnica com um resultado bem satisfatório por se tratar de um produto mais generalizado.

De acordo com a classe social você pode definir os produtos e serviços que melhor se encaixam ao perfil do seu cliente. Um restaurante que atende que atende pessoas de classe média baixa não pode servir pratos sofisticados que custam caro e por aí vai.

A faixa etária do seu público é importante até pra você saber qual estilo visual vai adotar no layout do seu estabelecimento. Seu público é adolescente? Então que tal um visual bem “descolado”, moderno. Seu público é composto por pessoas mais maduras? Então você pode ter um layout mais conservador.

Claro que existem variantes dentro de uma mesma faixa etária, mas cabe a você ter a sensibilidade para captar estas variáveis e converter em atrativos para faturar mais $$$.

Os Hábitos de consumo ajudam entre outras coisas, a traçar estratégias para aumentar as vendas em dias/períodos mais “fracos”. Quem nunca viu aquelas famosas promoções de vídeo-locadoras de segunda a quinta feira com o preço das locações mais baratos?

Sabendo quais os dias seus clientes compram mais, ajuda a pensar no que fazer para eles continuarem consumindo nos dias de menor movimento.

Isso não encerra este assunto, pelo contrário, é apenas a “ponta do iceberg”. Observe bastante, pense muito e com certeza você irá se destacar entre os concorrentes. Aliás concorrência é um bom tema para um post futuro.

Grande abraço a todos e até a próxima.

Funcionário não. Colaborador!

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Olá a pessoal,

Hoje estou aqui para falar sobre uma experiência que tenho passado.

Toda empresa por menor que seja, chega a um ponto que é necessário a contratação de um funcionário, mas será que um funcionário é realmente importante? Claro que é. Mas, o melhor mesmo é o CO-LA-BO-RA-DOR!

Esse sim vai muito além de um simples empregado. Ele faz a sua empresa crescer e ter credibilidade no mercado. Ele cativa seus clientes!

Mas, qual é a diferença entre, Funcionário e Colaborador?

Antes deixe-me contar uma pequena historinha que um antigo Funcionário de uma lanchonete me relatou. Aliás, era uma das maiores lanchonetes de comidas típicas da cidade com centenas de clientes todos os dias.

Esse ex-empregado em questão, exercia a função de cozinheiro. Devido a carga de trabalho muito pesada, patrão muito agressivo e muitas vezes atrasos no pagamento, ele não possuía nenhuma relação afetiva com o local de trabalho.

Resultado? No bom e velho português “bem dizido”: Ele sacaneava de todas as formas possíveis, desde não lavar os alimentos para preparar, consumir produtos da lanchonete escondidos do chefe etc. Além de usar um método não muito convencional para saber se o óleo estava no ponto
de fritura. Não sei se falo…

… ta bom eu falo. Ele cuspia na panela de óleo e se fizesse tchiiiiiiiiiiiii!!!! Estava no ponto. É mole?!

Nem preciso dizer que a empresa faliu não é?

Agora vamos falar do que realmente interessa, falaremos do Colaborador.

Este é bem diferente do funcionário normal, ele realmente veste a camisa da empresa, defende o seu local de trabalho e encanta os clientes.

Mas isso tem um preço!

Em primeiro lugar é necessário analisar bem o candidato antes da contratação, pois pequenos detalhes podem dar pistas valiosas sobre seu caráter e conduta. Muita coisa pode ser evitada no processo seletivo, e como ja dizia o ditado “É melhor prevenir do que remediar”.

Invista em seu Funcionário para que ele se torne um Colaborador.

Ele tem a função de atendimento ao cliente? Invista em cursos de capacitação. Faça-o sentir-se importante reconhecendo os seus feitos. Crie um premio mensal para os que mais se destacam (essa é velha mas da resultado). Você e seus clientes vão sentir a diferença.

Muita coisa pode ser feita. Faça um Happy hour semanal ou mensal, de os parabéns pessoalmente em seu aniversário, faça questão de cumprimentá-lo todos os dias com um belo sorriso estampado no rosto, estipule um dia para que ele possa trazer o filho no trabalho durante um certo tempo. Isso são apenas idéias que podem ou não ser implementadas e existem muitas outras.

Só não se deve confundir reconhecimento e valorização com rédeas soltas. Você como líder precisa ser firme no momento certo para que a política da empresa seja cumprida.

Bom é isso. Vale lembrar que eu não sou um mestre na área, muito menos tenho curso superior de administração de empresas ou marketing. Apenas tento passar algumas dicas e lições baseadas em minha vivencia como micro-empresário.

O que funcionou comigo pode ou não funcionar com você, por isso, pesquise e estude bastante antes de por em prátrica algo que você leu aqui. E se der certo mande seu depoimento para que eu possa publica-lo caso você queira :)

Abraço a todos e boa sorte!

Tema por: N.Design Studio. Editado e traduzido por Katiero.
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